Diversos Analistas abandonam previsões de disparada do dólar

A decisão do Fed (banco central dos EUA) de adiar a retirada de estímulos à economia americana fez analistas e investidores no Brasil abandonarem previsões de disparada da cotação do dólar ainda neste ano.

Embora vejam fatores internos negativos, que contribuem para a alta da moeda americana no médio prazo – crescimento econômico lento, inflação alta e déficit crescente nas contas externas -, a continuidade das intervenções diárias do Banco Central deve contribuir para reduzir a pressão. Isso deve manter o dólar em um novo patamar, entre R$ 2,15 e R$ 2,30.

“Não é que a atuação do BC vá barrar a tendência de alta do dólar, mas a autoridade já mostrou que tem ferramentas para manter o dólar neste intervalo, podendo no máximo chegar a R$ 2,40″, diz Fernando Bergallo, gerente de câmbio da TOV Corretora. Desde que o BC passou a atuar no mercado, no fim de agosto, a moeda americana recuou 9,5%.

 

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