Indústria da Alimentação Indústria Apenas oito marcas de azeite podem ser consideradas extravirgem, diz Proteste

Em uma análise da Associação de Consumidores Proteste com 19 marcas de azeite vendidas no Brasil como “extravirgem”, apenas 8 foram aprovadas dentro dessa denominação. As marcas Figueira da Foz, Tradição, Quinta d’Aldeia e Vila Real não podem nem ser consideradas azeite, segundo o estudo. Esses rótulos receberam adição de outros óleos e gorduras em proporções fora da legislação vigente.

Azeites reprovados serão retirados do mercado

Outras sete marcas (Gallo, Borges, Carbonell, Pramesa, Beirão, La Espanhola e Serrata) foram classificados como “apenas virgens”. As únicas marcas aprovadas pela Proteste foram Cardeal, Carrefour, Olivas do Sul, Cocinero, Andorinha, La Violetera, Vila Flor e Qualitá.

A entidade afirma que irá notificar o Ministério Público, a Anvisa e o Ministério da Agricultura sobre as irregularidades encontradas. “Cabe aos órgãos reguladores avaliar esta questão e retirar do mercado esses azeites que não condizem com as normas”, afirma Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

Metodologia utilizada nos testes

Uma das marcas classificadas como “apenas virgem”, a Borges contestou “de forma veemente a metodologia e os resultados divulgados.” A empresa afirma ter “todos os documentos oficiais que comprovam a qualidade do nosso produto” e acusa a Proteste de não divulgar informações sobre a metodologia utilizada nos testes, gerando dúvidas sobre a credibilidade do resultado.

A Proteste afirma que os parâmetros da análise foram rigorosos e divulgou que a Borges tentou censurar previamente, na Justiça, a divulgação do resultado.

Procuradas, as empresas responsáveis pelas marcas Figueira da Foz, Vila Real, e Quinta d’Aldeia não tiveram representantes localizados.

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6 respostas para este post
  1. Bom dia.
    Sou Melina, assessora de imprensa da Allfood e informo que houve um erro na matéria publicada no dia 11/11/2013, sobre Azeites.
    O azeite divulgado, da marca Tradição, trata-se da fabricante Azal (empresa de origem portuguesa), esta empresa tem todos os certificados de pureza do produto (posso enviar todos os certificados).
    O azeite Tradição, o qual está sendo veiculado como “impuro”, trata-se de outro fabricante.
    Gostaria de um telefone ou e-mail de contato para esclarecermos esse assunto, já que há um grave erro nessa matéria.
    Att.
    Melina

    • Bom dia,

      O telefone para contato é o 11 2368 0367, com o publisher do Portal Sr. Antonio Carlos De Faria. Contato só após o dia 12.01.2015.

      Cordialmente

      Serviço de plantão

  2. Nem esses que a Proteste diz ser o verdadeiro azeite o são de fato… kkkkkkkk.. No Brasil o governo permite a entrada desses compostos, que são 15 por cento azeite extra virgem e 85 por cento óleo de soja!!!! Não caiam nessa!! Quer azeite extra virgem?? Pague mais 50 reais que é o preço do verdadeiro, o Brasil é uma MERDA!!! eles permitem lixo entrar e ainda cobra caro por issoo… kkkkkkk

  3. Dizem que retiram as marcas reprovadas dos supermercados mas eu comprei um sem saber. Acho que continuam vendendo mesmo assim.

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