Indústria da Alimentação Toledo do Brasil está investindo para atender ao mercado brasileiro

Na contramão dos índices negativos da indústria nacional, líder em pesagem no País investe em tecnologia na fábrica e nos produtos. Toledo do Brasil está investindo para atender ao mercado brasileiro. Em uma prévia divulgada na última quarta-feira, 19, do Índice de Confiança da Indústria (ICI), a FGV (Fundação Getúlio Vargas) apresentou queda de 1,2% em junho, em relação ao mês anterior.  Na contramão disso, a Toledo do Brasil, líder nacional em pesagem, teve números bastante favoráveis.

A empresa registrou balanço positivo em 2012, com faturamento líquido de R$ 315 milhões e rentabilidade positiva novamente. Além disso, só nos últimos três anos, obteve crescimento de 13% por ano e espera continuar progredindo anualmente em média 15% até 2018.

 

Investimento em novos produtos

A decisão de incluir fatiadores de frios ao leque de soluções Toledo passou por 3 anos de estudos, observando o mercado, procurando o melhor fornecedor e adequando o produto às normas brasileiras. Entre Pesquisa e Desenvolvimento, estoque e contas a receber, a Toledo está investindo R$ 5 milhões para atender ao mercado brasileiro de fatiadores.

“O objetivo com lançamento é conquistar 20% do mercado de fatiadores”, aposta Eduardo Miguez, gerente nacional do mercado comercial.

Em 2012, o investimento em pesquisa e desenvolvimento foi de R$ 13 milhões, o que equivale a 4% do faturamento líquido. Em ativos fixos, ou seja, máquinas, caminhões e estruturas, foram R$ 6 milhões. No total, a Toledo investiu mais de 6%. “Graças a esse investimento é possível melhorar ainda mais os produtos já lançados e pesquisar novas tecnologias”, afirma o presidente Paulo Haegler.

 

Investimentos internos

Para tal crescimento, a Toledo está renovando a área fabril. As máquinas existentes foram trocadas por equipamentos ainda mais modernos e eficientes. Além disso, as alterações também melhoraram a ergonomia e segurança dos funcionários.

Para o presidente, esse crescimento é resultado do trabalho de equipe. “Renovamos a fábrica, capacitamos o capital humano e investimos duas vezes a depreciação do ano”, explica Paulo.

As mudanças são planejadas com bastante antecedência e são feitas reuniões mensais para que tudo saia como traçado. “O planejamento é feito com base na meta de crescimento, sempre pensando em melhorar a organização do espaço, produtividade, fluxo de materiais e segurança dos funcionários, ou seja, mais benefícios por menor custo”, justifica o supervisor da Engenharia Industrial, Pedro Cruz.

Para acompanhar o crescimento esperado, o presidente já anuncia que 2013 será ano com lançamentos e novidades para a área de pesagem e gerenciamento, além dos fatiadores Prix. “Investimos em mais cobertura de mercado, caminhões de calibração e pesquisa de novas tecnologias”, diz Paulo.

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